Pensamentos. Saem de você sem que você os controle.
É doído tentar contê-los... e tentar fazer com que só te façam bem.
É puro e doentio tentar ser puro e ignorar a humanidade que tem em você.
Não é.
Eu sou uma coisa que passa e há coisas passando por mim.
Eu preciso sair sem nome por aí...
Com uma flor na mão, um menino.
De novo puro e bom. Como já foi um dia.
Mesmo que deixem bem claro que meninos não brincam com flores.
Um pátio cheio de escola, e o que a gente descobria no nosso mundo pequeno era leve.
A gente dividia e era bom... Cada "olha só!"...
Preciso ir vendo que é puro... Vendo que também não tem maldade.
Porque amor e maldade não são amigos.
Eu tenho um amor grande no peito. Eu tenho uma vida toda em mim.
Eu nasci muitas vezes em mim depois das vezes em que morri.
E quando eu vejo as fatias da minha vida em cima da mesa elas parecem tão antigas, e me parecem bem feitas.
Quando eu acabar, eu quero olhar e vê-las com um sorriso nos olhos. E isso cabe.
Eu te amo.
É como quando a gente era criança.
Eu te amo.

3 comentários:
Ter a pureza de criança de ver as coisas sempre como se fosse a primeira vez é privilégio dos sábios que sacam que tudo muda e no fundo, é sempre novo o olhar! =)
Olá
hehe
1ª vez que paço por aki.
Gostei d seu blog =D
Xauu
Menino, adorei teu texto. Aliás, seus textos traduzem sentimentos que eu tenho ou já tive. Sentimentos, antes de tudo, humanos.
Vá adiante, vá mais longe, continue escrevendo, continue crescendo, não pare, nem aqui e nem agora!
Viva e se deixe viver, amar, sentir...
Gostei de te conhecer, viu?
Abraço forte!
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